Quem é ANURA?

Anura é um termo que não é muito conhecido; conhecido já é o termo anterior, através do qual esta “consciência” era conhecida que era Gaia.
Gaia é a terra, ou Gea de onde vem geografia, geologia… tudo que tem a ver com a terra, mas de facto o termo correcto é Gaia. A Deusa da Terra, a Consciência da Terra.
Gaia foi a consciência da Terra até há relativamente pouco tempo, quando terminou uma fase de desenvolvimento da humanidade e houve um momento de charneira, onde realmente se criaram as condições para a humanidade dar um salto em frente em termos evolutivos.
Claro que isso leva imenso tempo. Estamos numa zona de transição em que não se percebe muito bem, mas é evidente que já toda gente percebeu que as coisas já não estão como estavam.
É evidente que estamos nos primórdios de uma nova fase, e se efetivamente se fechou um capítulo… começou outro. Gaia assumiu um outro nome, pelo menos para nós.
Há uns anos, quando recebemos esta informação pela primeira vez, a entidade (criatura, ser ou consciência, tanto faz), apresentou-se como ANURA.
E disse que ANURA não era propriamente um nome, mas sim uma sigla, e a decifração desta sigla só surgiu uns dois ou três anos depois.
ANURA é um nome, é uma sigla,  é uma consciência que aparece no Tarot de Anura, no Portal de Anura, nos Florais de Anura, etc… É uma designação que está presente no Sistema Anura, porque, ao fim ao cabo, todos estes meios e ferramentas compõem o Sistema Anura.
Elas foram surgindo individualmente ao longo do tempo, e nós, às tantas, com aquilo tudo em cima da mesa, pensamos: Vamos criar um sistema! E como se chama o sistema?
ANURA! … O que havia de ser?
Então, ANURA é a designação que vai estar presente em todas as valências em que o nosso trabalho se subdivide.

Falando de ANURA

É impossível falar deste processo,  do que esta consciência representa para nós e para toda a gente, sem falar no imenso encantamento que isso transporta e expressa.
Não é possível trabalhar com o Tarot de Anura, com os Florais de Anura e com todas as outras vertentes, sem sentir este entrosamento profundo com esta consciência que nos serve de base, de casa, de abrigo, de sustento e que liga o céu e a terra.
Estamos a falar de ANURA, enquanto consciência que anima o planeta e que tem, como é óbvio, vibracionalmente (por isso que é consciência) uma existência suprafísica e que liga os planos suprafísicos, superiores, como quiserem chamar.
Portanto, esta realidade tem, em si mesma, existência e expressa a realidade de todos os arquétipos do Tarot de Anura. É como se fossem dançarinos que estão prontos para entrar dentro da grande dança que é a feitura, a criação ou a expressão de uma determinada realidade.
Isto é vivo, isto é animado. Estamos sempre a falar de encantamento porque tem a ver com a expressão da própria vida.
Não se pode, não se consegue viver sempre carregando peso, tristeza, desânimo e desencanto. Deixa de ser vida, passa a ser degredo.
Isto não quer dizer que vamos por “óculos cor-de-rosa”. Não é isso! É a capacidade de viver as coisas, mesmo as mais negativas, com outro tipo de olhar, com outro tipo de consciência.
Esse é o “nosso” grande objetivo, que não é nosso, porque nós estamos apenas a expressar algo muito maior! É isto que tem a ver com a consciência de ANURA.
ANURA é um termo do género feminino, como a Terra é um termo do género feminino,
Vocês reparem que até no campo da religião católica – e nós precisamos de cura -, os centros de cura (como é Fátima por exemplo), são dominados por uma entidade feminina, neste caso com os nomes associados as divindades da respectiva religião.
Mas é o Feminino, é a Mãe, é a Deusa, é a Pachamama, é o que quiser… que está, que cuida, que ampara, que acarinha, que aconchega.
E é disto mesmo que o ser-humano está a precisar, não para mitigar as dores, mas sim porque ele precisa de apoio para fazer o trabalho que tem que ser feito, individualmente.
Esse é o desafio com o qual você vai ter que se confrontar – se é que já não estar a confrontar-se -, mais cedo ou mais tarde.
Muito obrigado.